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Serviço

Modernização de sistemas legados

Reescrever tudo do zero é a decisão mais cara que uma empresa toma por medo.

Isto é para você se

Algum destes cenários soa familiar

  • O sistema funciona, mas roda numa versão de PHP que não recebe mais correção de segurança

  • Ninguém que escreveu o código ainda trabalha na empresa e não existe documentação

  • Cada alteração pequena quebra algo distante e imprevisível

  • O sistema é crítico demais para parar e antigo demais para evoluir

  • Já tentaram reescrever do zero uma vez, gastaram meses e voltaram para o sistema antigo

O que está incluso

Entregáveis, não promessas

Cada item abaixo faz parte do escopo padrão. O que estiver fora fica declarado por escrito na proposta.

  • Auditoria técnica com relatório

    Diagnóstico do estado real — dívida técnica, riscos de segurança, gargalos de performance e o que custa mais caro manter. Com estimativa por frente, não uma nota genérica.

  • Estratégia de migração incremental

    Plano de modernização por partes, em que cada etapa entrega valor sozinha e pode parar sem deixar o sistema pela metade.

  • Rede de testes antes de mexer

    Testes de caracterização que capturam o comportamento atual — inclusive as esquisitices — para que a refatoração seja verificável em vez de esperançosa.

  • Atualização de versão e dependências

    Migração de PHP e do framework para versões suportadas, substituição de bibliotecas abandonadas e correção das vulnerabilidades conhecidas.

  • Padrão Strangler Fig

    Funcionalidades novas nascem na arquitetura nova, com o sistema antigo sendo substituído módulo a módulo. Os dois rodam juntos durante a transição.

  • Infraestrutura e deploy modernos

    Containerização, ambientes reproduzíveis, pipeline de CI/CD e fim do deploy por FTP na madrugada de sexta.

Tecnologias aplicadas

  • PHP 5.x → PHP 8
  • CodeIgniter → Laravel
  • Docker
  • Testes de caracterização
  • CI/CD
  • MySQL
  • Redis
  • Strangler Fig Pattern

Como funciona

O caminho do primeiro contato até a produção

  1. Arqueologia

    Lemos o código, o banco e os logs para entender o que o sistema realmente faz — não o que a documentação diz que ele faz.

  2. Estancar o sangramento

    Vulnerabilidades críticas, backup confiável e ambiente reproduzível vêm antes de qualquer refatoração. Estabilidade primeiro.

  3. Cobertura antes da mudança

    Testes automatizados nos fluxos que geram receita. Sem essa rede, refatorar sistema legado é apostar.

  4. Substituição módulo a módulo

    Cada módulo migrado entra em produção e é validado antes do próximo. Se o projeto parar no meio, o que já foi entregue continua valendo.

O sistema legado não é o problema. O medo dele é.

Sistema legado tem uma definição prática: é o software que gera receita e que ninguém quer tocar.

Ele funciona. Paga a folha, fecha o mês, atende o cliente. Mas cada mudança vira uma negociação de risco, e o time evita mexer. Com o tempo, a empresa passa a moldar o processo ao que o sistema permite, em vez do contrário.

Aí surge a tentação: vamos reescrever do zero.

Por que a reescrita do zero falha tanto

O plano é sempre o mesmo: seis meses para reconstruir o que existe, depois seguimos evoluindo.

O que acontece:

  • No terceiro mês descobre-se que aquele campo estranho na tabela cobre um caso legal que ninguém lembrava. Vira mais duas semanas.
  • Enquanto isso, o negócio precisa de mudanças no sistema antigo. Agora são duas bases para manter.
  • No sexto mês, o sistema novo cobre 70% do antigo — e os 30% restantes são justamente as exceções que ninguém documentou.
  • No nono mês, com orçamento estourado, alguém decide voltar para o sistema antigo.

Não é falta de competência. É que a maior parte do valor de um sistema legado está no conhecimento acumulado dentro dele, e esse conhecimento não está na cabeça de ninguém.

A alternativa: substituir por dentro

O padrão Strangler Fig — nome inspirado na figueira que cresce em volta da árvore hospedeira até substituí-la — inverte a lógica:

  1. Envolver. Uma camada nova passa a receber as requisições e as encaminha para o sistema antigo. Nada muda para o usuário.
  2. Substituir um módulo. O módulo mais dolorido é reescrito na arquitetura nova. A camada passa a rotear aquele pedaço para o código novo.
  3. Repetir. Módulo a módulo, sempre em produção, sempre reversível.
  4. Aposentar. Quando o último módulo migrar, o sistema antigo é desligado sem cerimônia.

A diferença prática: cada etapa entrega valor sozinha. Se o orçamento acabar no meio, você fica com metade do sistema modernizado e o resto funcionando — não com dois sistemas incompletos.

O que a auditoria técnica entrega

Antes de qualquer proposta de modernização, fazemos um diagnóstico de 1 a 3 semanas que responde:

  • Qual o risco de segurança real hoje, com CVEs identificados por dependência
  • Onde está a dívida técnica que custa mais caro por mês em horas de manutenção
  • O que dá para aproveitar e o que precisa ser refeito, com justificativa
  • Qual a ordem de ataque que reduz mais risco por real investido
  • Quanto custa cada frente, em faixa, com o risco declarado

Esse relatório é seu independentemente de você contratar a modernização com a gente. Serve inclusive para pedir proposta de outros fornecedores em pé de igualdade.

Dúvidas frequentes

Sobre sistemas legados

Se ficou alguma dúvida, mande a pergunta — respondemos mesmo quando a resposta não nos favorece.

  • Não é melhor reescrever tudo do zero?

    Quase nunca. A reescrita do zero parece mais limpa no papel, mas subestima o que ninguém vê — anos de regras de exceção, correções e comportamentos que o negócio já depende. Enquanto a reescrita não termina, a empresa mantém dois sistemas e para de evoluir o que está gerando receita. Recomendamos reescrita completa apenas quando a base é pequena o suficiente ou quando a tecnologia original é genuinamente insustentável.

  • O sistema pode parar durante a modernização?

    Não deve, e nossa estratégia é construída para isso. A migração incremental mantém o sistema antigo no ar enquanto os módulos novos entram gradualmente. As janelas de indisponibilidade, quando necessárias, são planejadas e curtas.

  • E se ninguém aqui souber explicar como o sistema funciona?

    É o cenário mais comum. Reconstruímos o entendimento a partir do código, do esquema do banco e dos logs de uso real. Parte do valor entregue é justamente a documentação que passa a existir.

  • Quanto tempo leva?

    A auditoria leva de 1 a 3 semanas e já entrega decisão. A modernização em si depende do tamanho, mas trabalhamos em ciclos de 4 a 8 semanas em que cada ciclo entrega um resultado utilizável.

  • Vale a pena modernizar um sistema que ainda funciona?

    Depende do custo de não fazer. Se cada alteração leva semanas, se você não consegue contratar quem trabalhe naquela stack, ou se há vulnerabilidade sem correção disponível, o sistema já está custando caro — só que numa linha do orçamento que ninguém rotula como dívida técnica.

Precisa de sistemas legados?

Conte o problema em duas linhas. Respondemos em até 1 dia útil com uma leitura técnica honesta — inclusive se a resposta for que você não precisa deste serviço.

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  • Sem compromisso
  • NDA se você precisar